Meditação do livro de Atos - Pr. Alex Uemura

O grande milagre em Saulo - Pr. Alex Uemura

A Superioridade de Deus - Pr Alex Uemura




A espada do Espírito - Pr Alex Uemura




O embate Cristão através da oração - Pr Alex Uemura

PASTORAL

MULTIPLICANDO DISCÍPULOS

Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos” (1 Jo 3.16)

Pastor Alex C. Uemura
O Dr. Waylon Moore, um dos nossos preletores do Seminário de Igreja Multiplicadora, escreve sobre a necessidade de formação de discípulos e líderes que sejam reproduzíveis segundo a imagem de Jesus. Leia um trecho importante de seu livro “Multiplicando Discípulos”:

Cada igreja precisa dedicar-se a um treinamento responsável e de longo alcance, dos seus líderes, através dos ministérios de discipulado, para produzir multiplicadores espirituais capazes de edificar outros ‘trabalhadores para a seara’ [...] Se um pastor ou missionário começar um ministério individual um-a-um, com um ou dois discípulos, o processo de multiplicação poderá ter lugar bem rapidamente. Infelizmente, a maioria das abordagens quanto ao treinamento em uso hoje em dia gira em torno de salas de aula, do grupo ou da congregação. Equilibrar estas classes maiores de treinamento com algum tempo que se dedique ao contato um-a-um é algo extremamente necessário. Discipular os outros é nada menos que o investimento de uma vida inteira: ‘dar a vida pelos irmãos’ (1 João 3.16).” (MOORE, 2015, p. 12-13)

Por isso, a caminhada do Relacionamento Discipulador de um discípulo junto com outro discípulo é o “ponto de partida” para a formação de líderes que se multiplicam, pois como disse Billy Graham: “A salvação é de graça, mas o discipulado custa tudo o que temos”
E para você, o discipulado um-a-um tem sido uma realidade? 

De seu Pastor, 
Alex C. Uemura

O MARAVILHOSO LIVRO DOS SALMOS

SALMO 81 - EXORTAÇÃO  A LOUVOR E OBEDIÊNCIA
1. Cantai de júbilo a Deus, força nossa; celebrai o Deus de Jacó.
2. Salmodiai e fazei soar o tamboril, a suave harpa com o saltério.
3. Tocai a trombeta na Festa da Lua Nova, na lua cheia, dia da nossa festa.
4. É preceito para Israel, é prescrição do Deus de Jacó.
5. Ele o ordenou, como lei, a José, ao sair contra a terra do Egito. Ouço uma linguagem que eu não conhecera.
6. Livrei os seus ombros do peso e suas mãos foram livres dos cestos.
7. Clamaste na angústia, e te livrei; do recôndito do trovão eu te respondi e te experimentei junto às águas de Meribá.
8. Ouve, povo meu, quero exortar-te. Ó Israel, se me escutasses!
9. Não haja no meio de ti deus alheio, nem te prostres ante deus estranho.
10. Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito. Abre bem a boca, e ta encherei.
11. Mas o meu povo não me quis escutar a voz e Israel não me atendeu.
12. Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos.
13. Ah! Se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos!
14. Eu, de pronto, lhe abateria o inimigo e deitaria mão contra os seus adversários.
15. Os que aborrecem ao SENHOR se lhe submeteriam, e isto duraria para sempre.
16. Eu o sustentaria com o trigo mais fino e o saciaria com o mel que escorre da rocha.

COMENTÁRIOS BÍBLIA SHEDD DE ESTUDOS
v2. Deus deve ser adorado totalmente pelo nosso ser, portanto, não deve haver acanhamento nos cantos de louvor.
v5. Ao sair - Depois de ter lutado contra os opressores egípcios e resgatado Seu povo, Deus deu Suas Leis ao povo libertado.
v6. Eis o conteúdo da linguagem desconhecida: a voz divina falando em amor, ternura, perdão e redenção, uma novidade para as religiões daquela época. O fardo da escravidão e o do pecado são alvos da misericórdia divina. 
v7. Do recôndito do trovão - A resposta divina à tribulação de Israel foi uma tempestade que destruíra o exército dos perseguidores. Meribá: quer dizer "contenda" (Êxodo 17:1-7)
v9. A Epístola do Apóstolo Amado encerra-se com as seguintes palavras: "Filhinhos, guardai-vos dos ídolos" (I João 5:21).
v12. Deixei-o andar - Nenhuma punição é mais justa ou mais severa do que esta (conforme Romanos 1:24,26 e 28).
v13. Ah! O suspiro do amor de Deus que quer salvar o pecador. Para estudar a vontade divina é preciso ter um espírito de louvor e gratidão (1-4); passa-se então à recordação dos benefícios recebidos (5-7), para compreender os mandamentos de Deus (8-10), que se aliam às promessas divinas (11-16).

Seguindo a ordem bíblica estaremos publicando periodicamente os Salmos, com comentários. Com isto, pretendemos ter todos os Salmos da Bíblia Sagrada neste blog. Para ver os Salmos publicados anteriormente, procure no menu "Assuntos" e clique no item "Salmos".

PARÁBOLAS DE JESUS

A PARÁBOLA DA FIGUEIRA ESTÉRIL
Lucas 13:6-9

Em seguida, Jesus lhes propôs a seguinte parábola:
" Certo homem possuía uma figueira cultivada em meio a uma grande plantação de videiras; contudo, vindo procurar fruto nela, não encontrou nem ao menos um.
E, por isso, recomendou ao vinicultor: 'Este é o terceiro ano que venho buscar os frutos desta figueira e não acho. 
Sendo assim, podes cortá-la!
Para que está ela ainda ocupando inutilmente a boa terra?'
O vinicultor, porém, lhe rogou: 'SENHOR, deixa-a ainda por mais um ano, e eu cuidarei dela, cavando ao seu redor e adubando.
Se vier a dar fruto no próximo ano, muito bem; caso contrário, mandarás cortá-la!"

COMENTÁRIOS BÍBLIA KING JAMES DE ESTUDO
Essa parábola tem um sentido muito amplo; pode referir-se a Israel como também a cada um de nós (Marcos 11:14).
Os três anos citados por Jesus nessa parábola representam um período de vários séculos de graça e oportunidade que Deus garantiu a Israel por ocasião da Aliança e que culminaram com a chegada e a proclamação do Evangelho (Cristo).
Deus exige frutos e não simplesmente folhas; vida e não somente palavras e promessas (Mateus 7:21-27). A aparente demora no juízo não significa indiferença ou inoperância, pelo contrário, é Deus usando de sua incomensurável paciência e bondade, na esperança do fruto de arrependimento (Lucas 3:8 com 2Pedro 3:4-10).
Todavia, mais cedo ou mais tarde, a lâmina do machado da justiça punitiva de Deus cairá com severidade sobre toda raiz de vida inútil, a qual não aceitou o enxerto da nova vida em Jesus (Mateus 7:16; Romanos 11:16-24; Colossenses 1:6 e 10).
O juízo deveria ter caído sobre Israel imediatamente após a crucificação do Filho de Deus, entretanto, o SENHOR concedeu - a pedido do Vinicultor - uma derradeira oportunidade especial que ocorreu entre o Pentecostes e a destruição completa de Jerusalém (66-70d.C).

MEDITAÇÃO

MUNDO, MUNDANISMO
No Novo Testamento, a palavra "mundo" tem três significados diferentes. 
Por vezes, se refere ao mundo físico: a terra.
Também pode ser o mundo humano, a humanidade: "O Deus que fez o mundo (nosso planeta) e tudo o que nele existe" Atos 17:24; "Porque Deus amou o mundo (humanidade) de tal maneira..."João 3:16.
Mas a advertência "não ameis o mundo" não se refere ao mundo físico, natural (terra), nem ao mundo dos homens.
O "mundo" ao qual João se refere como o inimigo é um sistema espiritual invisível contrário a Deus e a Cristo.
Na Bíblia, o "mundo" é o sistema que Satanás usa para fazer frente à obra de Cristo aqui na Terra.
É exatamente o oposto de tudo o que é piedoso (1 João 2:16), santo e espiritual.
Ao falar do mundo, Jesus disse que Satanás é o seu "príncipe" (João 12:31). O diabo possui uma organização de espíritos malignos (Efésios 6:11-12), que trabalham com ele e influenciam o que se passa "neste mundo".
Assim como o Espírito Santo usa pessoas para realizar a obra de Deus na terra, Satanás usa pessoas para cumprir seus propósitos perversos.
Quer percebam, quer não, os não salvos são motivados pelo "príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência" (Efésios 2:1-6).
O cristão faz parte do mundo humano e vive no mundo físico, mas não pertence ao mundo espiritual que é o sistema de Satanás para se opor a Deus.
Assim, o mundo não é o habitat do cristão.
A cidadania do cristão está no céu (Filipenses 3:20) e todos os seus recursos eficazes para ele viver na terra vem do Pai Celestial.
Se não fosse pelo Espírito Santo vivendo dentro de nós e pelos recursos espirituais que temos na oração, na comunhão cristã e na Palavra, jamais seríamos capazes de sobreviver aqui na Terra.
O mundanismo é mais uma questão de atitude do que de atividade.
É possível o cristão manter-se afastado de diversões e de lugares suspeitos e, ainda assim, amar o mundo, pois o mundanismo encontra-se no coração.
O amor que o cristão tem por Deus é inversamente proporcional a seu amor pelo sistema e pelas coisas do mundo.
O mundanismo afeta a forma de respondermos não apenas ao amor de Deus, mas também à vontade de Deus.
Para os que vivem no amor de Deus, fazer a vontade de Deus é uma alegria (João 14:15). Mas quando o cristão não sente mais prazer no amor do Pai, tem dificuldade em obedecer a vontade do Pai.
Ao colocar esses dois elementos lado a lado, temos uma definição prática de mundanismo: qualquer coisa na vida do cristão que o faz sentir menos prazer no amor do Pai é mundana e deve ser evitada.
A resposta ao amor do Pai (a vida devocional pessoal) e a obediência à vontade do Pai (a conduta diária) são os dois testes do mundanismo.
Muitas coisas neste mundo são erradas e a Palavra de Deus as identifica como pecados (roubar, mentir, praticar relações sexuais ilícitas etc.). Com referência a estas e várias outras ações, o cristão tem pouco ou nenhum espaço para discutir.
No entanto, existem áreas da conduta cristã não tão claras, a respeito das quais até cristãos mais consagrados discordam entre si.
Nesses casos, cada cristão deve aplicar o teste à própria vida e ser escrupulosamente honesto nessa auto-avaliação, lembrando que até mesmo uma coisa boa pode privar o cristão do prazer no amor de Deus e do desejo de fazer a vontade dEle.
Warren Wiersbe

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